terça-feira, 12 de setembro de 2017

O sanduíche da galinha Maricota


O sanduíche da Galinha Maricota

A turma do Pré II apresentou para os pais e alunos a história do sanduíche da maricota, representando os conteúdos sobre comida saudável que as professoras do Pré I e II estavam trabalhando com seus alunos. 

A galinha Maricota preparou um sanduíche: pão, milho, quirera e ovo.
Mas quando ia comer, a campainha tocou.
Era o bode Serafim, que olhou o sanduíche e exclamou:
- Vixe! Falta aí um capim.
Aí chegou o Kim, o gato, cumprimentou a galinha, e vendo o sanduíche, palpitou:
- Falta a sardinha.
João, o cão, veio com o seu jeito de bom moço.
E educado, sugeriu:
- Coloquem nele um bom osso.
Sempre zumbindo e agitada, chegou a abelha Isabel.
Olhou o esquisito recheio:
-Melhora se puser mel.
Da janela, ouvindo o papo, muito metido a bacana, falou, convencido o macaco:
- Claro que falta banana!
-Banana? Sardinha? Mel?
Era o rato Aleixo.
-Milho? Osso? Capim? Argh!!!
- Vocês esqueceram o queijo!
A brincadeira acabou quando a raposa Celina olhou bem para a Maricota e falou:
- Falta galinha!
Maricota ficou brava:
- Fora daqui minha gente!
Jogou fora o sanduíche e começou novamente; Pão, milho, quirera e ovo. Como era pra ter sido.
_ Quem quiser que faça o seu com recheio preferido.






































Dia da Independencia


Dia da Independência do Brasil

No dia 06/09 véspera do feriado de 07 de setembro toda a escola se reuniu para cantar o hino nacional e fazer algumas apresentações.
A aluna Sabrina do 5° ano declamou uma poesia;
A turma  do 4° ano  apresentaram uma poesia;
Os alunos do 2° ano declamaram uns versinhos sobre a pátria;
E a turma do Pré II trouxe a musica do "marcha soldado".




















quarta-feira, 6 de setembro de 2017

A lenda das cataratas


A turma do 5° ano apresentou a lenda das cataratas do iguaçu, a lenda dos dois cavaleiro e a lenda da araucária.
Lenda das Cataratas do Iguaçu
Conta-se que os índios Caigangues, habitantes das margens do Rio Iguaçu, acreditavam que o mundo era governado por M'Boy, um deus que tinha a forma de serpente e era filho de Tupã. Igobi, o cacique dessa tribo, tinha uma filha chamada Naipi, tão bonita que as águas do rio paravam quando a jovem nelas se mirava. Devido à sua beleza, Naipi era consagrada ao deus M'Boy, passando a viver somente para o seu culto. Havia, porém, entre os Caigangues, um jovem guerreiro chamado Tarobá que, ao ver Naipi, por ela se apaixonou.No dia da festa de consagração da bela índia, enquanto o cacique e o pajé bebiam cauim (bebida feita de milho fermentado) e os guerreiros dançavam, Tarobá aproveitou e fugiu com a linda Naipi numa canoa rio abaixo, arrastada pela correnteza.Quando M'Boy percebeu a fuga de Naipi e Tarobá, ficou furioso. Penetrou então as entranhas da terra e, retorcendo o seu corpo, produziu uma enorme fenda, onde se formou a gigantesca catarata.Envolvidos pelas águas, a canoa e os fugitivos caíram de grande altura, desaparecendo para sempre. Diz a lenda que Naipi foi transformada em uma das rochas centrais das cataratas, perpetuamente fustigada pelas águas revoltas. Tarobá foi convertido em uma palmeira situada à beira de um abismo, inclinada sobre a garganta do rio. Debaixo dessa palmeira acha-se a entrada de uma gruta sob a Garganta do Diabo onde o monstro vingativo vigia eternamente as duas vítimas.
Lenda dos dois cavaleiros
Conta a lenda dos dois cavaleiros, que um tropeiro paranaense cometeu injúrias muito grave a Deus, o padre não permitiu que seu corpo fosse enterrado dentro do cemitério da paróquia local. Foi então enterrado fora dos muros do cemitério. Nesse mesmo período, um outro homem havia se enforcado naquela região, também cometendo graves injúrias a Deus e enterrado também fora dos muros do campo santo. Conta a lenda, que o espírito destes dois homens se encontraram e galopam juntos pelas noites do Paraná. Passam pela rua em disparada, montados em cavalos sem cabeça juntos ou separados, quando se encontram ou se despedem, descem de suas montarias, pegam um punhado de terra do chão e fazem o sinal da cruz em cumprimento ao encontro ou despedida.

Lenda da Araucária
Diz a lenda que um certo dia, ao sair caçar, um índio encontrou uma onça e a curandeira da tribo inimiga, pela qual havia se apaixonado. Após matar a onça ele se aproximou da índia, que se assustou e desmaiou. Índios da tribo inimiga encontraram o caçador com a curandeira nos braços, pensaram mal do que viram e o mataram a flechadas. Diz a lenda que o índio se transformou em uma araucária e a índia em uma gralha azul. As gotas de sangue que pingaram eram os pinhões que a gralha azul enterra. As flechas eram os espinhos e o índio a árvore.
















segunda-feira, 24 de abril de 2017

O pastorzinho mentiroso

Os alunos do 4º ano trabalharam em sala a fabula do Pastorzinho Mentiroso que conta a historia de um Pastorzinho que costumava mentir mas um dia aprendeu sua lição. A fabula era assim "Era uma vez um Pastorzinho que costumava levar o seu rebanho para a serra a pastar. Como estava sozinho durante todo o dia, aborrecida-se muito. Então pensou numa maneira de ter companhia e de se divertir um pouco. Voltou-se na direção da aldeia e gritou:
-Lobo! Lobo
Os camponeses correram em seu auxílio. Não gostaram da graça, mas alguns deles acabaram por ficar junto do Pastor por algum tempo. O rapaz ficou tão contente que repetiu várias vezes a façanha.
Alguns dias depois, um Lobo saiu da floresta e atacou o rebanho. O rapaz pediu ajuda, gritando ainda mais alto do que costumava fazer:
- Lobo!Lobo!
Como os camponeses já tinham sido enganados várias vezes, pensaram que era mais uma brincadeira e não o foram ajudar. O Lobo pôde encher a barriga à vontade porque ninguém o impediu.
Quando regressou à aldeia, o rapaz queixou-se amargamente, mas o homem mas velho e sábio da aldeia respondeu-lhe:
-Na boca do mentiroso, o certo é duvidoso."
Após muito trabalhado a turma fez uma apresentação encenando a fábula para a escola.
















sexta-feira, 6 de maio de 2016